© 2018 por BIXIGA 70

RELEASE / BIO

FOTOS

Quebra-Cabeça (2018)

Desde seu terceiro e último disco, lançado há três anos, o
Bixiga 70 fez mais de cem shows ao redor do mundo. Tocou em
festivais como Glastonbury, North Sea Jazz Festival, Roskilde,
Womex, Jazz à Vienne, Womad Australia/Nova Zelandia, fez várias
apresentações na França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Dinamarca,
Suécia, EUA, Marrocos, Índia, Nova Zelândia e Austrália, sem
contar os espetáculos memoráveis Brasil afora. Quebra-cabeça, o
quarto álbum da banda, é em boa parte fruto dessas andanças. Das
trocas com músicos de diferentes países e das reflexões geradas
pelos encontros da banda paulistana, situada no barro do Bixiga,
com plateias tão diversas.


Talvez não seja contraditório dizer que Quebra-cabeça é ao
mesmo tempo um passo natural no processo de amadurecimento
do Bixiga 70 e um ponto de inflexão na carreira do grupo. Os dois
primeiros discos traziam composições individuais, no terceiro as
composições e arranjos foram coletivos e neste quarto disco a
colaboração se aprofundou: começou a ser composto há mais de
um ano, em sessões de ensaios, em que partiam do zero. Entravam
no estúdio, escolhiam "um clima" e saíam tocando. Das horas e horas de material bruto, pinçavam e lapidavam o que lhes
agradava, moldando lentamente cada uma das dez faixas. Mas se
os três primeiros discos foram gravados ao vivo, desta vez os
instrumentos foram captados separadamente, ampliando muito as
possibilidades de "overdubs" e outros recursos de pós-produção, em parceria com o produtor Gustavo Lenza.


O longo processo resultou em arranjos, texturas e sons mais
complexos, sem perder as características que levaram o Bixiga 70 a
ser elogiado pelo Guardian, Financial Times, Mojo, The Wire, entre
outros veículos: a épica intensidade sonora, o bombardeio rítmico,
as fortes raízes brasileiras misturadas ao funk, ao reggae, ao
afrobeat, ao soul e outras tantas músicas dançantes. Com Quebra-
cabeça, melhor disco da banda até aqui, o Bixiga 70 inova, mas
repete a proeza dos álbuns anteriores: coloca o Bixiga no mundo e
o mundo no Bixiga – não necessariamente nessa ordem.

 

Antonio Prata

Bixiga 70 é formado por Cris Scabello (Guitarra), Daniel Nogueira
(Saxofone Tenor e Flauta), Daniel Gralha (Trompete), Décio 7
(Bateria), Doug Bone (Trombone), Marcelo Dworecki (Baixo),
Mauricio Fleury (Teclados e Guitarra) Rômulo Nardes (percussão) e
Cuca Ferreira (Saxofone Barítono e Flauta).

BIO

A banda Bixiga 70 formou-se a partir da união de vários músicos já conhecidos da cena paulistana, e que participavam de projetos desenvolvidos no estúdio Traquitana, localizado no coração boêmio do centro de São Paulo. Vindos das mais variadas frentes musicais, juntaram-se membros que acompanham diversos grupos e artistas como Rockers Control, Projeto Coisa Fina, Pipo Pegoraro, Anelis Assumpção, Emicida, Rodrigo Campos, Alzira E, entre outros, para explorar o território de fusão da música instrumental africana, latina e brasileira em composições próprias e versões de artistas brasileiros como Luiz Gonzaga, Pedro Santos e Os Tincoãs.

O nome Bixiga 70 está ligado ao endereço do estúdio onde o conjunto nasceu: o número 70 da rua Treze de Maio. Considerado por muitos como o berço do samba paulistano, o bairro do Bixiga também hospeda e alimenta a imaginação desses dez músicos que buscam estreitar os laços entre o passado e o futuro através de uma leitura da música cosmopolita de países como Gana e Nigéria, dos tambores dos terreiros, da música malinké, da psicodelia, do dub e de uma atitude despretensiosa e sem limites para o improviso e a dança.

 

O primeiro álbum do grupo, lançado no fim do ano de 2011 foi aclamado por público e crítica, figurando nas principais listas de melhores discos do ano em diversos veículos nacionais. 

As apresentações ao vivo, sempre repletas de energia, renderam ao Bixiga 70 convites para diversos shows em festivais importantes do Brasil, como por exemplo, o palco principal da Virada Cultural de São Paulo em 2012, Rec Beat 2012 e Porto Musical 2013 em Recife, Nova Consciência em Campina Grande, Festival de Inverno de Garanhuns, Conexão Vivo, entre outros. Desde então a banda já participou dos principais festivais no Brasil, tendo tocado em todas as regiões do país.

Ainda em 2012, participou do festival de afrobeat Felabration em Amsterdam ao lado de figuras importantes deste cenário como Tony Allen, Jungle By Night e Woima Collective. 

Em julho de 2013, a banda viajou à Europa em nova turnê. Suécia, Dinamarca, Alemanha, Holanda e França foram os países escolhidos na nova temporada pelo continente. Destaque para as apresentações no renomado “Roskilde Festival “(Roskilde, Dinamarca) e no “Aux Heures d'Eté”(Nantes, França). 

Desde então, a carreira internacional da banda se consolidou. O Bixiga 70 se tornou uma banda bastante relevante no cenário global de World Music. Com uma média de mais de 30 shows por ano fora do Brasil, nesses últimos 5 anos a banda já rodou os cinco continentes, passando pelos principais festivais de música do mundo. Glastonbury (Reino Unido), Fusion (Alemanha), Sziget (Hungria), Mawazine (Marrocos), Womad (Australia e Nova Zelândia), REEF (India), estão entre festivais que receberam o Bixiga 70. Não à toa, a banda foi convidada para apresentações de destaque nos dois principais eventos de World Music, o Global Fest, em Nova York (2015) e o Womex, em Santiago de Compostela (2016).

Esse espaço internacional conquistado levou os dois trabalhos de estúdio seguintes a serem lançados por selos internacionais. O segundo disco da banda foi lançado pelo selo +1 discos, de Londres, e o terceiro pelo selo alemão Glitterbeat (eleito pelo Womex o selo mais importante de World Music).

A parceria com a Glitterbeat continua, já garantindo o lançamento global do próximo trabalho da banda. 

No ano de 2014, a big band ganhou, na categoria “Revelação”, o 25º Prêmio da Música Brasileira e retornou de mais uma turnê internacional, “Ocupaí”.

A banda Bixiga 70 é composta pelos músicos: Décio 7 (bateria), Marcelo Dworecki (baixo), Cris Scabello (guitarra), Mauricio Fleury (teclado e guitarra), Rômulo Nardes e Gustávo Cék (percussão), Cuca Ferreira (sax barítono), Daniel Nogueira (sax tenor), Douglas Antunes (trombone) e Daniel Gralha (trompete).

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